Confissão: quase morri de vontade de entrar no Desafio Literário 2011. Mas pra entrar no desafio eu precisaria comprar ou pegar muitos livros emprestados. E eu tenho muitos livros aqui, inclusive que ganhei em amigo secreto do ano passado, fazendo aniversário. Resolvi então me conformar com a minha idéia antiga, que era simplesmente organizar uma lista dos livros, de forma que eu consiga ler todos os que tenho aqui em 2011.
Assim também facilito uma outra meta, que é a de apenas comprar livros novos quando ler todos os que estão empacados aqui (claro, podem continuar dando de presente, inclusive de aniversário, hehe). Da forma como ficou organizado, precisarei apenas completar três coleções (ou não, se você se ligar na minha lista de aniversário).
O critério de divisão foi achismo puro. Procurei dividir por temas e por grau de “profundidade”, contrabalanceando leituras que julgo serem mais leves e mais densas, e lógico, número de páginas, porque também não vou viver só pra ler.
Vamos ver como ficou:
Janeiro:
Marley & Eu, de John Grogan;
Mulheres Ousadas Chegam mais Longe, de Lois P. Frankel;
Fevereiro:
Uma agulha para o diabo e outras histórias, de Ruth Rendell;
A Ilha Perdida, de Maria José Dupré;
Enigma na Televisão, de Marcos Rey;
Março:
Contra Bush, de Carlos Fuentes;
A lógica do consumo, de Martin Lindstrom;
Abril:
Viagem ao Centro da Terra, de Júlio Verne;
Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë;
Maio:
A fábrica da violência, de Jan Guillou;
Junho:
Lua Nova, de Stephanie Meyer;
Eclipse, de Stephanie Meyer;
Julho:
Amanhecer, de Stephanie Meyer;
Coleção Diários do Vampiro, de L. J. Smith;
Agosto:
CV, PCC - A irmandade do crime, de Carlos Amorim;
Setembro:
O diabo no porta-malas, de Marcos Rey;
O escaravelho do diabo, de Lúcia Machado de Almeida;
Um cadáver ouve rádio, de Marcos Rey;
Outubro:
Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne;
A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne;
Novembro:
Ponto de Impacto, de Dan Brown;
Fortaleza Digital, de Dan Brown;
Dezembro:
Coleção Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley;
Era no tempo do Rei, de Ruy Castro;
Quando Nietzsche chorou, de Irwin D. Yalom;